O QUE É TURISMO 

Quando determinados grupos ou até mesmo pessoas isoladas viajam para fora de seu local de residência habitual, para fazer compras, se divertir (ir a praia) reuniões, cultos religiosos, visitar amigos, visitar feiras e exposições denominamos de turismo.

             

  O QUE É TURISTA

 Estas pessoas ou grupos, que viajam de suas casas por tempo determinado de seu País, Estado ou cidade, permanecendo por algum motivo que não seja de fixar  residência é que denominamos de Turista.

  TIPOS DE TURISTA

 

                                  TURISTA NACIONAL –

               É o visitante do próprio país, que visita outras  regiões e municípios.

                                  TURISTA REGIONAL –

               É o  visitante  do próprio  estado que visita outras regiões e municípios.

                                  TURISTA ESTRANGEIRO.

               São os visitantes de outros países.

                                        

                           TIPOS DE TURISMO

 

TURISMO DE FÉRIAS               TURISMO CULTURAL

 

 T. DE CONGRESSO / CIENTÍFICO

                TURISMO DE NEGÓCIOS       TURISMO DESPORTIVO

                 TURISMO DE SAÚDE              TURISMO RELIGIOSO

                 TURISMO INDIVIDUAL          TURISMO ORGANIZADO

                 TURISMO SOCIAL                   TURISMO INFANTIL

                TURISMO JUVENIL                  T. DA TERCEIRA IDADE

                TURISMO ROMÂNTICO          TURISMO FAMILIAR

                TURISMO ESTUDOS                 TURISMO DE RAÍZES       

                TURISMO DE EVENTOS           T. COMERCIAL (COMPRAS)

                TURISMO DE INCENTIVO        TURISMO AVENTURA    

                TURISMO GASTRONÔMICO    TURISMO ECOLÓGICO        

                TURISMO RURAL                       TURISMO DE BALNEÁRIO    

                TURISMO VIÁRIO                       TURISMO DE ÉPOCA

 

  ROTEIROS TURÍSTICOS

 

        São as cidades selecionadas, onde o visitante poderá melhor visualizar as características de cada região.

 

  Os roteiros compreendem ainda de:

  Espontâneo – geralmente é o improvisado, variando de acordo com a  motivação do grupo.

 

  Dirigido – são aqueles elaborados previamente, geralmente por agências de viagens.

   

 


                          DESLOCAMENTO DE TURISTAS

                       NÚCLEO EMISSOR

                       É a cidade de origem dos turistas.

                       NUCLEO RECEPTOR

                       É a cidade que recebe os turistas.

 

                        OFERTA TURÍSTICA

           A oferta turística se forma pelo conjunto dos diversos recursos que 

    o receptivo possui para serem usados em atividades designadas como 

    turísticas, gerando assim os chamados fluxos turísticos, tão importante 

    para as cidades que se desenvolvem turisticamente, pois aí então é que a

    cidade vai vender seus  produtos turísticos.

 

                         PRODUTOS TURÍSTICOS

      PATRIMÔNIO NATURAL 

                       PRAIAS, LAGOAS, SAMBAQUIS, RIOS, MORROS

       MATÉRIA  PRIMA.

                      ARQUITETURA,  MONUMENTOSFOCLORE, ARTESANATO,     IGREJAS, GASTRONOMIA.

       INFRA  ESTRUTURA 

                      ESTRADAS,  TRANSPORTES,  COMUNICAÇÕES

  EQUIP.  RECEPTIVO  

                       ESTRADAS,  TRANSPORTES, COMUNICAÇÃO.

SERVIÇOS DE RECEPÇÃO TURÍSTICA

                       AGÊNCIAS DE  VIAGEM,  GUIAS E   INTÉRPRETES   

  

                   São os conjuntos de atrativos e serviços oferecidos por um núcleo receptor a uma corrente turística que denominamos de PRODUTOS TURÍSTICOS.

     

 

 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       

                                                            

Os turistas quando visitam nossa cidade, deixam divisas em diversos seguimentos da economia, exemplo:

Hospedagem, transportes, alimentação, diversões, compras, e outros serviços.

  Sendo assim:    O Turista consome deixando divisas nos mais diversos segmentos

                                                           

Estimulando a economia

                                                              

AS AMPLIAÇÕES E OS MELHORAMENTOS DOS:

MEIOS DE TRANSPORTES

HOSPEDAGEM

RESTAURANTES

AGÊNCIAS DE VIAGEM

AUMENTO DAS ATIVIDADES DE LAZER

PRODUÇÃO E VENDAS DE BENS E SERVIÇOS

DIVULGAÇÃO DO MUNICÍPIO

                OFERTA DA MÃO DE OBRA
                    QUE FAVORECE TODA POPULAÇÃO

                     ELEVA O PADRÃO DE VIDA

                     DESENVOLVE  DIVERSOS SETORES

                                               

                          MEIOS DE TRANSPORTES

     O turismo está ligado aos mais diversos meios de transportes, pois é com ele que o turista chega no núcleo receptor.

                                                               

                                     Transporte Ferroviário                          Transporte Aeroviário

 

                                                        

                                    Transporte Rodoviário                         Transporte Hidroviário   

                                            

                                    Com veículo próprio                                                                         

  Ao chegar ao núcleo receptor o turista ainda utiliza diversos  meios de transportes,  tal como:

       Ônibus para tur  pela cidade, Táxis; Automóveis, Charretes; Bicicletas,  Escunas e barcos, Jet-ski.

                            

 

    MEIOS DE HOSPEDAGEM

        O turista quando em viagem, geralmente procura um local   para dormir. (Hospedar)

                

 

   

      

 

 

TIPOS DE RESTAURANTES

 

 São estabelecimentos que fornece ao público alimentação, mediante pagamento podendo por suas condições de localização ou tipicidade ser considerado de interesse turístico.

              Existem umas séries diversificadas de serviços, entre as quais enumeramos:

.

  

 

       

 

 

  

 

 

 

HOSPITALIDADE

 

          Para uma boa convivência com nossos turistas é preciso que o tratamos como

 se  fossem visitas de nossa casa, é  importante darmos informação  correta e precisa

de ruas, pontos turísticos,  restaurantes,  igrejas,  telefônica, mercado público, pontos

de táxis,   shop center,   artesanato, eventos,   transportes,praias,  supermercados,

 rodoviária,  hotéis, danceterias, clubes, centro de informações, enfim aquilo que o

 visitante esteja procurando, fazendo com que ele:

 

 

CRIE UMA IMAGEM POSITIVA DA NOSSA CIDADE.

RETORNE MAIS VEZES PARA NOS VISITAR.

TRAGA COM ELE  NOVOS  VISITANTES.

DIVULGUE LA FORA A NOSSA HOSPITALIDADE E AS COISAS BONITAS AQUI VISTAS.

ISTO  CERTAMENTE  FARÁ  COM  QUE              AUMENTAMOS O FLUXO TURÍSTICO. 

 

            Quando um turista chega pela primeira vez a  uma cidade (núcleo receptor) geralmente fica meio perdido, muitas vezes entra em avenida na contra-mão, passa numa lombada sem perceber e é estas pessoas que temos de ajudar com respostas para todas as perguntas, pois caso contrário cria um efeito negativo para a cidade.

 

            ENTIDADES OFICIAIS DE TURISMO

EMBRATUR – dispõe sobre a Política Nacional de Turismo e dá outras providências, como acesso aos incentivos, financiamentos ou outros benefícios, observando a legislação de fomento ao turismo.

 

SANTUR -  Santa Catarina Turismo S/A, é uma empresa de economia mista criada em 28 de junho de 1977, que tem como objetivo o fomento e a divulgação política estadual de turismo, encontrando-se vinculada a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Integração ao Mercosul.

 

         Tem   sua   sede  administrativa  à  Rua  Felipe  Schmidt, 249.   9º andar - Florianópolis - SC  

Caixa Postal 1221 - CEP 88 010-902

 

SECRETARIA DA INDÚSTRIA COMÉRCIO E TURISMO.

Tem como competência planejar, executar e controlar o desenvolvimento da política  do turismo, aí compreendido o turismo cultural, e das ações voltadas ao desenvolvimento da indústria, do comércio, dos servidores e do artesanato e modernização da indústria, comércio e serviços, estimular e

apoiar a micro e pequena empresa, apoiar e organizar feiras, exposições e outros eventos de interesse e tenha a seguinte  estrutura:

I – Gabinete do Secretário

II – Departamentos

A – de Artesanato                       D – da Cultura

B – da Indústria                          E – do Turismo

C – do Comércio                        F – de Museus.

 

                         DOS CONSELHOS:

 

CONSELHO MUNICIPAL DE TURISMO – (CMT)

     Órgão consultivo e deliberativo, de caráter permanente, vinculado administrativamente à Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo.

     Compete: definir os objetivos; apresentar sugestões, aprovar normas, diretrizes, aplicações, liberações, articular junto à iniciativa privada, campanha de  conscientização, eleger membros, elaborar seu regimento, entre outros.

      Aprovar normas e diretrizes para a gestão do Fundo Municipal de Turismo (FMT) de que trata o art 1º  da Lei de 19 de setembro de 1977, que criou o Fundo Municipal de Turismo.

       É constituída por 15 membros, nomeados pelo Prefeito Municipal, sendo indicados pelas seguintes entidades.

 Um (01) representante da:  Ass. Hotéis, Bairros, Lions Clube, Rotary Clube, Rotary Clube de Laguna, Entidades Carnavalescas, Artistas Plásticos e  Artesãos, Corretores de Imóveis, Assoc. Comercial e Industrial, Agências de Turismo, Câmara Municipal, Fundação Lagunense de

Cultura, Secretário da Indústria e Comércio, Planejamento e Orçamento do Município, Obras, Viação e serviços Públicos do Município.         

                              

 

FUNDO MUNICIPAL DE TURISMO – (FMT)

 

Tem como finalidade prover recursos para a implantação de programas e a  manutenção dos serviços oficiais de turismo do Município.

 

Art 3º - O FMT     será administrado pelo Conselho Municipal de Turismo, conforme estabelecido no art 2º, incisos III a V. da lei nº 0510, de 19  de setembro de 1997, que criou o CMT, cabendo ao Secretário da Indústria, Comércio e Turismo, na qualidade de Presidente do CMT, a função de gestor do fundo.

 

Art 6º - Constitui recita do FMT:

I – Taxa de licença e localização para funcionamento de hotéis, pousadas, restaurantes, lanchonetes, imobiliárias, agências de viagem e similares.

II – arrecadação de recursos dos serviços de pedágios turísticos, selos turísticos, orientações e outros serviços que tenham, de uma forma ou de outra, ligação com o turismo.

III – Transferências, doações e contribuições de instituições públicas e privadas.

IV – Eventos Turísticos.

V – Taxas do setor Turísticos ou incentivos fiscais que venham a ser criados.

VI – Outros

        CONSELHO MUNICIPAL DE TURISMO – (CMT)    Compete:

A)   Cooperar com os órgãos Federais, estaduais bem como Universidades, Escolas, Instituições Culturais, de modo a assegurar a coordenação e execução do programas culturais.

B)   Formular, no limite de sua atribuição e em harmonia com o conselho Estadual de Cultura a política Cultural do município, fornecendo ao Executivo municipal, diretrizes, normas, subsídios e recomendações pertinentes.

C)   Elaborar o Plano Municipal de Cultura.

D)   Articular-se com os serviços de turismo, visando à valorização de paisagem natural e de paisagem Cultural do município representada em suas múltiplas formas.

E)    Instituir e manter atualizado o Cadastro das instituições Culturais do município, bem como o de artistas e professores que militem o Campo das letras e das artes em geral.

F)    Incentivar a instituição de “Casas de Culturas” nas sedes municipais e distritais, procurando congregar as atividades culturais da Comunidade sem prejuízo das instituições já   existentes, tais como salas de exposições e conferências, museus, bibliotecas outras.

G)  Opinar sobre o reconhecimento de instituições culturais do município, mediante a cumprimento de determinadas exigências.

H)    Informar sobre a situação e funcionamento de instituições   de    caráter   cultural,  com    vistas    ao

recebimento de subvenções ou auxílios dos governos Federal, Estadual e Municipal, bem como, quando à assinatura de convênios.

A)         Emitir parecer sobre assuntos e questões de natureza cultural que lhe sejam submetidos por autoridades ou órgão Legislativo e Executivo.

B)         Encaminhar ao Prefeito Municipal resolução indicada ou outros assuntos que fizerem normas gerais referentes a questões culturais.

C)         Conceder a especialistas e estudiosas, a incumbência de promover estudos e pesquisas que levem a identificar e incentivar atividades de cultura notadamente no campo do folclore, da arqueologia, antropologia, história, arte e letras.

D)         Incentivar estudos e medidas destinadas à defesa e ao tombamento de documentação existentes nos velhos cartórios e igrejas.

 

FUNDAÇÃO LAGUNENSE DE CULTURA

 

 LEI Nº 0271, DE 13 DE ABRIL DE 1993.

ART 2º - A  F.L.C.        Tem por finalidade procípua dinamizar e incrementar a cultura no Município de Laguna e será administrada por um Conselho Deliberativo e pelo Presidente F.L.C.

       1º O CONSELHO DELIBERATIVO SERÁ COMPOSTO:

                          

           A  Pelo secretário Municipal de Turismo e Cultura;

B   Pelo Secretário Municipal da Educação e Esporte;

C  Pelo presidente do Conselho Municipal de Cultura.

ART 3º - Compete à Fundação Lagunense da Cultura (F.L.C.) preservar, administrar e coordenar, as atividades culturais no Município de Laguna

              ART    -  A F.L.C., terá como receita os recursos que lhe forem repassados pela prefeitura Municipal, mensalmente, e outras rendas provenientes de convênios e administração de órgãos municipais.

             Art  7º - A  F.L.C. será regida por estatuto baixado pelo chefe do Poder Executivo, através de Decreto.

             A Fundação Lagunense de Cultura é uma entidade sem fins lucrativos, com personalidade Jurídica, vinculada diretamente ao gabinete do Prefeito, registrada no livro A-3, na folha 219, sob o número de ordem 391.(CARTÓRIO DE REGISTRO CIVIL)

                  

HISTÓRIA DE LAGUNA

 

Fundada em 1676, Laguna serviu como posto avançado da coroa Portuguesa, utilizada como ponto estratégico de apoio para o desbravamento da região Sul, como local de resistência nos conflitos existentes entre Portugal e Espanha, pela posse do território não explorado. Seu fundador Domingos de Brito Peixoto lançou as bases de um povoamento que seria no futuro, cenário de importantes acontecimentos da história brasileira.

Tendo alcançado projeção na Guerra dos Farrapos, onde abraçou o ideal republicano, foi em Laguna que se institui pela segunda vez, em território brasileiro, uma republica, chamada de República Catharinense ou Juliana. Embora de curta duração, pois logo as forças Imperiais retomaram o território, a República Juliana

permanece no decorrer dos anos, como exemplo da cultura, do ideal e da coragem do povo lagunense, na defesa dos seus ideais de justiça e igualdade. Mas Laguna também participou da guerra do Paraguai, destacando-se mais uma vez a coragem e a bravura de seus filhos. Hoje suas ruas estreitas, seu casario, bem como sua história estão protegidos, tombados pelo Patrimônio Histórico Nacional, conservando para sempre um passado altaneiro que sempre abrirá suas portas para um futuro brilhante.

ANITA GARIBALDI – Ana Maria de Jesus Ribeiro, nasceu em 1821 em Morrinhos, distrito de Laguna na então província de Santa Catarina. Seus pais, Bento Ribeiro da Silva e Maria Antônia de Jesus eram pobres, porém honrados, Anita herdou a energia e a coragem, revelando-se desde criança um caráter independente e resoluto. Aos 18 anos conheceu José Garibaldi, que viera com as tropas farropilhas de Davi Canabarroe Joaquim Teixeira Nunes, tomar Laguna em julho de 1839, fundando a “República Juliana dos Cem dias”. Garibaldi chegara à Laguna com fama de herói pelo feito épico que acabara de realizar ao transportar, por terra, as duas embarcações “Seival”e “Farropilha”, de Capivari à Tramandaí e posteriormente salvando do naufrágio a primeira, ao sul do Cabo de Santa Marta.

 

TOMBAMENTO – Em 1984, Laguna passou a figurar como a primeira cidade de Sta Catarina a ser tombada como Patrimônio Histórico Nacional, sendo responsável pelo mesmo o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) tombados diversos monumentos histórico e aproximadamente 600 casas.